Desenvolvimento Curricular
Vamos nos inspirar pelos melhores do mundo!
Sem muitas ideias para este tópico e aproveitando que adoro tecnologia não resisti. Chamei o ChatGPT para responder uma pergunta super básica. “O que é um currículo escolar?” Eis parte de sua resposta:
Um currículo escolar é um documento que define o conjunto de objetivos, conteúdos, metodologias e estratégias que guiam o processo de ensino e aprendizagem de uma determinada instituição de ensino. Em outras palavras, é um plano de estudos que define o que deve ser ensinado em cada disciplina ou área de conhecimento, em que ordem, com que profundidade e com que metodologia.
Pronto. O meu cérebro destravou. Adoro o ChatGPT. Thank you, buddy!
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Outra inspiração para o texto de hoje são as postagens do Nós Educação, que fazem um panorama da educação ao redor do mundo (adoro). Também, para quem ainda não viu a série do Canal Futura Destino: Educação - Escolas Inovadoras também vale muito a pena para pensar numa educação melhor para nossos filhos.
Acho que todos sabemos que o sistema educacional finlandês é considerado um dos melhores do mundo. Mas porquê? Vejam este vídeo da série que mencionei aqui:
Refletindo sobre o vídeo: A diferença mais significativa entre os currículos finlandês e brasileiro é a forma como são implementados. Percebemos pelo vídeo que a Finlândia tem um sistema educacional altamente valorizado e financiado pelo governo, com professores altamente capacitados, salários atrativos e valorização da profissão. Já conversamos semana passada sobre o Brasil, que enfrenta diversos desafios na educação, como a falta de investimentos, baixos salários para professores, falta de formação adequada e desvalorização da profissão.
Enfim… Somos opostos.
Na Finlândia, ou pelo menos na escola apresentada no vídeo, a abordagem acadêmica é baseada na integração da tecnologia em um currículo inovador, que inclui aulas como economia doméstica, marcenaria, esportes e também a realização de projetos de pesquisa. A avaliação dos alunos é personalizada e adequada para as necessidades de cada um. Os professores mantêm reuniões com os pais, duas vezes por ano, onde estabelecem metas e objetivos para cada aluno, mediante a sua vontade. Os alunos são acompanhados e avaliados constantemente sobre o seu rendimento. O papel do professor deixa de ser controlador e se torna facilitador, já que os alunos possuem mais autonomia. Também já falei sobre este assunto nesta postagem,
Sendo assim, entendo que a razão do sucesso do currículo finlandês está relacionada à sua abordagem focada na formação integral dos estudantes, na valorização da educação como um bem público e na autonomia das escolas e professores na definição dos conteúdos e métodos de ensino. Além disso, o sistema educacional finlandês valoriza a formação e capacitação dos professores, que têm salários atrativos e são vistos como profissionais de extrema importância para a sociedade.
Acredito que o Brasil não tem condições financeiras, sociais, ou muito menos políticas, para reestruturar a sua educação usando inspirações finlandês. Seria necessário investir muito na formação e capacitação dos professores, o que inclui garantir salários justos e atrativos e criar políticas de valorização da profissão. Além disso, já fizemos um esforço enorme para centralizar e padronizar o currículo que acredito que não seriamos capazes de descentralizar o currículo, como é na Finlândia, dando mais autonomia às escolas e professores na definição dos conteúdos e métodos de ensino, e promovendo a adaptação do currículo às realidades locais e regionais.
Por fim, seria fundamental mudar o foco da formação dos alunos. Nossa educação é estruturada para formar profissionais técnicos voltados para o mercado de trabalho, quando devíamos valorizar a formação integral dos estudantes, promovendo o desenvolvimento socioemocional, ético e moral.
Reconhecendo a educação como um patrimônio nosso e de nossos filhos é essencial para o desenvolvimento social e econômico do país. Isso implica em mudanças profundas na maneira como a educação é concebida e financiada no Brasil, e exige o engajamento de todos os atores envolvidos na educação, incluindo governos, educadores, pais e alunos, na construção de uma educação mais inclusiva, democrática e de qualidade.


